Palavras por uma Umbanda que zela pela sabedoria, fraternidade e comunhão. Palavras que ajudam a sentir a Aruanda em nosso coração. Palavras que guiam, que marcam, que multiplicam a Paz. Essa é a Palavra de Preto Velho! E ela pode ter qualquer cor...
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Alento
Essa veio dos nossos amados Pais Velhos.
Sabedoria infinita a orientar nosso coração tão dolorido...
Salve Vó Benedita de Aruanda e Pai Bento de Angola!
Saravá o Rei do Congo!
carinho,
Nelly
“Somos convidados em nosso dia a dia a vivenciar os ensinamentos que nos são apresentados ao longo de nossas vidas.
Isso se dá por meio dos embates cotidianos, seja num momento de reflexão, na oportunidade de calar nossas palavras, em momentos de alimentar a paz em uma situação de discórdia, de acolher aquele que nos fere, de pedir perdão...
Os embates diários são muitos e cada um vivencia aqueles que mais se adequam a sua necessidade de aprendizado e de equilíbrio. Em outras palavras, aqueles que atraímos por nós mesmos, por nossas ilusões, por nossos vícios e, assim por diante.
No meio da confusão desses inúmeros embates nem sempre se consegue perceber a mão dos mestres a nos guiar e a sede de equilíbrio e harmonia nos chega, a tal ponto, que deixamos de entender o que é isso que estamos necessitando. Tudo parece se confundir diante de nossos olhos. Mas ainda assim, o equilíbrio e a harmonia estão conosco.
O equilíbrio, é a medida certa da liberdade que cada espírito, individualmente, deve alcançar. É a sensação de redenção, de ter feito o que era mais certo, sendo, honesto consigo e com Deus, mesmo que o coração sangre e os olhos chorem.
O equilíbrio é a força de Xangô atuando. Esse magnífico Orixá, emana por todos os caminhos, a lucidez necessária aos ajustes cármicos, a fortaleza na alma para a solidão do mundo.
A justiça divina consiste nisso: oportunidades de reorientar o caminho, acertando o passo para a liberdade.
Não há injustiça em nada do que ocorre em nossas vidas. Tudo faz parte de uma teia energética que construímos ao longo das múltiplas existências. Para desfazer esse intrincado tecido fluídico é necessário percorrer um longo caminho, primeiro dentro de nós mesmos, para após, reconhecermos no outro esse “eu” que fomos e que ainda somos.
Tudo que vivemos é fruto de nossas irradiações, de nosso entendimento e de nossa capacidade de escolha.
Basta um segundo, uma mínima escolha para que toda uma história se modifique. As escolhas são feitas no tempo e, ao longo dele, vão se condensando até dar forma a nossa realidade atual. Somos o que somos, porque fomos nos construindo ao longo do tempo. Se ao longo do tempo nos afastamos do belo e do bom, será ao longo do mesmo tempo que retornaremos à nossa verdadeira morada. E, esse caminho de volta se dá por meio dos embates do cotidiano e do que construímos com essas múltiplas experiências. Cada um a sua maneira e no seu tempo.
A força para a luta diária com o mundo tem sua origem no entendimento e na aceitação de que tudo o que existe, existe por algum motivo que nem sempre nos é dado conhecer em profundidade, mas que se, participamos, é porque nos foi ofertada a oportunidade de aprender algo a respeito, agregando informações e modelos para o futuro.
Somos seres cuja consciência precisa ainda de experiências físicas, por isso, o estágio evolutivo na matéria é uma oportunidade ímpar para alcançar o tão almejado equilíbrio, portanto, liberdade.
Aproveitar cada situação para mudar seu caminho, sua vibração, sua postura é tarefa árdua, mas que pode ser vivenciada com a alegria e a leveza dos Êres, cuja essência ainda trazemos em nossa alma encarnada. Viver e experenciar momentos de ajustes é uma dádiva. Não se prendam ao medo de errar, não se prendam ao futuro, não se prendam ao passado. Não se prendam em si mesmos.
Ao contrário, se liguem a princípios que sejam condizentes com a mansuetude da alma, com uma postura pacífica e amorosa diante da confusão do mundo. Prendam-se a valores que enobreçam o espírito, despertando o que há de melhor nele. Rendam-se aos conflitos com a certeza de que há algo sendo acertado, limpo e liberto. Rendam-se as novas possibilidades da vida em sua plenitude no Bem. Vivam o bem, sejam o bem e aceitem a justiça se manifestando.
Porque é assim: a trajetória evolutiva de cada um de nós, encarnados ou não, é feita tal como uma trama cuja tessitura é realizada a cada segundo, momento a momento, escolha a escolha, vida após vida...
Salve a estrela guia que brilha na coroa de cada filho dessa Casa.
Salve Jesus e a Virgem Maria!”
Curitiba, 06 de maio de 2012.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Salve Ogum!
Recebi no facebook...e compartilho aqui no blog, pois é bem bacana a reflexão...
Salve Ogum!
Axé,
Nelly
Penso na importância desse dia para a Umbanda, dia em que a vibração máxima da ação, da força, da coragem, da Verdade Suprema está ativamente em ronda. Dia em que os “sentidos” dos umbandistas afloram, afinal é Dia de Ogum !!! Como passar por esse dia sem falar sobre a importância da ação dos médiuns umbandistas? Como aceitar umbandista sem ação, fechados dentro de seus mundos deixando de lado o trabalho, o compartilhar, a ação em prol do próximo? Sei que a vida dá voltas e, são exatamente nessas voltas em que a vida dá que temos que ser retos, convictos em nossos propósitos, principalmente de fé. Fé, que além do seu sentido harmonizador, é impulsionadora, e é por esse impulso que agimos e realizamos. Portanto quando temos fé, temos Ogum manifestado em nossos corações. Claro que muitas pessoas dizem que têm fé mas, dizer só, não é um ato de fé. Fé é vibrante, Fé é ação reta, é agir ativo! Fé é trabalho e todo trabalho só é produtivo se tiver ordem, portanto fé é ação, é caminho, é retidão, é trabalho, é ordem, ou seja, FÉ é OGUM ! Ogum não é falar, é sentir e agir! Ogum não é querer, é trabalhar para conquistar! Ogum não é tristeza, é certeza verdadeira! Ogum não é pensar, é ser, estar, agir, pleno em tudo e por todos! Ogum não é silêncio, não é passivo, é ativo com consciência! Ogum é provocativo! É pensar na frente, é ser a causa e é estar na frente! Não dá para no dia de hoje não refletirmos sobre nossa condição espiritual, mediúnica e principalmente umbandista. A Umbanda, a espiritualidade, o espírito, precisam de ação, não sobrevivem na passividade, sem que trabalhem ou que haja benefício do próximo. A Umbanda, a espiritualidade, o espírito, não são poupança, não devem ficar guardados. Devem ser compartilhados! Hoje é dia de vermos Ogum, de sentirmos Ogum, de nos dedicarmos à Ogum! Como pensar em pouco quando falamos em Ogum! Hoje é dia de falar com Ogum! É dia de verdadeiramente nos posicionarmos diante dele como soldados: agindo em sentido de alerta, praticando a Umbanda na sua essência, em posição, estufando o peito, olhando reto e confirmando nossa verdadeira fé ! Ser Umbandista É ter o privilégio de sentir OGUM com toda sua força e determinação; É ter o privilégio de ouvir OGUM e aprender com sua estratégia e coragem; Ser Umbandista É ter o privilégio de segurar a espada, o escudo e a lança de OGUM com toda sua convicção e proteção; É ter o privilégio de girar em OGUM com sua reverência e valentia; Ser Umbandista É ter coragem e proteção; É ter convicção e determinação; É ter a Glória e a Salvação à sua disposição; Ser Umbandista para mim, É ter Ogum cravado no coração e manifestado diariamente, com toda sua excelência! Ogunhê
(fonte:www.minhaumbanda.com.br - texto publicado em 23/04/10)
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Não valorizem o Mal
Não valorizem o Mal,Valorizem o bem,
Não valorizem o Mal,Não alimentem os seus demônios interiores,
Não valorizem o Mal,Valorizem a bondade, a sua luz interior,
Não valorizem o Mal,Nem sempre o que seus olhos lhes mostram são imagens reais, pois podem ser criação de sua mente ou imagens implantadas do que querem que vejam,
Não valorizem o Mal,Valorizem a importância de Deus em suas vidas,
Não valorizem o mal,
Para não acabarem sendo escravos dele,
Não valorizem o mal,Nem tudo é demanda ou ataque espiritual,
Não valorizem o mal,
Olhem para dentro de si e vejam que lá esta a fonte da atuação negativa,
Não valorizem o mal,Se houve a atuação, é porque houve afinidade vibratória e, por conseguinte algo a ser resolvido por vocês mesmos,
Não valorizem o mal,Parem de procurar no externo ou em terceiros a causa dos seus problemas,
Não valorizem o mal,O seu maior inimigo são vocês mesmos, é a auto-sabotagem ao seu plano pessoal divino,
Não valorizem o mal,Quando pararmos de procurar o mal onde ele não existe, estaremos de frente para com Deus.
Palavras do Senhor Ogum Matinata aos médiuns do Centro Espiritualista 7 Lanças, Curitiba – PR. 15/04/2012 - http://umbandasagradacuritiba.blogspot.com.br/
Não valorizem o Mal,Não alimentem os seus demônios interiores,
Não valorizem o Mal,Valorizem a bondade, a sua luz interior,
Não valorizem o Mal,Nem sempre o que seus olhos lhes mostram são imagens reais, pois podem ser criação de sua mente ou imagens implantadas do que querem que vejam,
Não valorizem o Mal,Valorizem a importância de Deus em suas vidas,
Não valorizem o mal,
Para não acabarem sendo escravos dele,
Não valorizem o mal,Nem tudo é demanda ou ataque espiritual,
Não valorizem o mal,
Olhem para dentro de si e vejam que lá esta a fonte da atuação negativa,
Não valorizem o mal,Se houve a atuação, é porque houve afinidade vibratória e, por conseguinte algo a ser resolvido por vocês mesmos,
Não valorizem o mal,Parem de procurar no externo ou em terceiros a causa dos seus problemas,
Não valorizem o mal,O seu maior inimigo são vocês mesmos, é a auto-sabotagem ao seu plano pessoal divino,
Não valorizem o mal,Quando pararmos de procurar o mal onde ele não existe, estaremos de frente para com Deus.
Palavras do Senhor Ogum Matinata aos médiuns do Centro Espiritualista 7 Lanças, Curitiba – PR. 15/04/2012 - http://umbandasagradacuritiba.blogspot.com.br/
cuidando da própria Vida
Vivemos momentos difíceis no Orbe terrestre. O mal é divulgado com força, a violência se justifica como condição de convívio, a sexualidade viciante densifica o amor e deturpa os afetos, as doenças crescem, como produto de uma vida baseada na competição, no desequilíbrio emocional e na falta de conhecimento sobre si e sobre Deus. Todos os espíritos sofrem em algum nível. E esse sofrimento dá base para comportamentos que não são condizentes com um mundo melhor ou, pelo menos, com um estado de espírito mais equilibrado.
O que está faltando?
As religiões, seitas e filosofias se multiplicam e são divulgadas com facilidade. Temos acesso a informação de maneira muito ampla, mas não conseguimos ser sábios. Temos teorias e conceitos profundos sobre quase tudo o que há, distribuímos conselhos às pencas, mas não conseguimos resolver pequenos desafios que nossas escolhas nos trazem.
O que estamos fazendo de nossa encarnação?
Vivemos míopes diante da espontaneidade e da pureza da alma. Nos afastamos do Deus que habita dentro de nós...desconhecemos nossas necessidades mais intimas de aprendizado e equilíbrio. Desconhecemos a natureza de nossa Alma e atribuímos a outros responsabilidades que são exclusivamente nossas. De modo geral, não respeitamos nem nossas necessidades físicas básicas, tal como comer e dormir direito...
Tudo isso para que? Para dizer por ai que somos vítimas do destino? De um Deus intimidador?
Dia a dia vamos nos enredando em laços invisíveis e fortalecendo o cativeiro de nossa alma.
O que temos feito com as oportunidades de redenção e liberdade?
Quantas vezes temos que ajudar uma pessoa que tem a mesma dificuldade que nós mesmos? Quantas vezes somos convidados a mudar, a perdoar, a escolher de modo diferente, a recomeçar o caminho? Todos erramos e muito, mas há sempre a possibilidade de olhar de modo diferente para toda e qualquer situação, aprendendo com ela e escolher outros caminhos...
Quando postas essas questões para nossos amados mentores, geralmente eles nos aconselham a observar o que estamos fazendo e que nos leva para longe do caminho da Lei Maior. Segundo o que nos ensinam, todo e qualquer sofrimento é sinal de que estamos indo contra com nosso compromisso encarnatório. Para saber o que estamos fazendo de inadequado é necessário praticar momentos de meditação e reflexão profundas. Nos quais nos vemos como somos e identificamos o que temos que mudar. A Espiritualidade Superior está ao nosso lado para nos dar forças para a necessária transformação e, claro, resignação e entendimento para aceitar o que não podemos mudar ainda.
Isso é viver a mediunidade baseada na espiritualização e não apenas no fenômeno, isso é saber usar seu livre arbítrio, assim como, entre outras coisas, é vivenciar a religiosidade na vida real.
Imagino que aquela disciplina que é tão exigida dentro do Centro deva fazer algum sentido na nossa vida terrena também, não é mesmo? O silêncio, a prece, o distanciamento das situações negativas, a mudança de comportamento, o cuidado com as palavras, com os pensamentos, com os excessos de qualquer natureza, o cuidado com a vitimização e com a culpabilidade... etc. Tudo o que nos é ensinado dentro do Terreiro deve ser posto em prática na intimidade de nossa vida de alguma forma para além do acendimento de velas, de incorporações incautas ou de aconselhamentos puritanos. Se cada um cuida de seu caminho e, portanto, de sua vibração, estaremos contribuindo amplamente para o trabalho que as esferas superiores desempenham na Terra.
E, mais do que apenas dentro dos Terreiros e demais Templos religiosos, temos que nos conscientizar que servimos de instrumento também fora desses espaços. E o que aprendemos dentro deles deve servir à nossa encarnação e ao compromisso individual com a Divindade.
Olhemos para nossa Vida, para nossas escolhas, vamos viver o que aprendemos, com coragem, alegria e humildade e, assim, mudar nosso destino, fazendo valer a atual oportunidade encarnatória. Vamos fazer de nossa vida campo fértil para a Espiritualidade Superior e assim não coadnuar com a negatividade e repetição de ciclos cármicos. O que acham? Vamos tentar?
Carinho e axé,
Nelly
O que está faltando?
As religiões, seitas e filosofias se multiplicam e são divulgadas com facilidade. Temos acesso a informação de maneira muito ampla, mas não conseguimos ser sábios. Temos teorias e conceitos profundos sobre quase tudo o que há, distribuímos conselhos às pencas, mas não conseguimos resolver pequenos desafios que nossas escolhas nos trazem.
O que estamos fazendo de nossa encarnação?
Vivemos míopes diante da espontaneidade e da pureza da alma. Nos afastamos do Deus que habita dentro de nós...desconhecemos nossas necessidades mais intimas de aprendizado e equilíbrio. Desconhecemos a natureza de nossa Alma e atribuímos a outros responsabilidades que são exclusivamente nossas. De modo geral, não respeitamos nem nossas necessidades físicas básicas, tal como comer e dormir direito...
Tudo isso para que? Para dizer por ai que somos vítimas do destino? De um Deus intimidador?
Dia a dia vamos nos enredando em laços invisíveis e fortalecendo o cativeiro de nossa alma.
O que temos feito com as oportunidades de redenção e liberdade?
Quantas vezes temos que ajudar uma pessoa que tem a mesma dificuldade que nós mesmos? Quantas vezes somos convidados a mudar, a perdoar, a escolher de modo diferente, a recomeçar o caminho? Todos erramos e muito, mas há sempre a possibilidade de olhar de modo diferente para toda e qualquer situação, aprendendo com ela e escolher outros caminhos...
Quando postas essas questões para nossos amados mentores, geralmente eles nos aconselham a observar o que estamos fazendo e que nos leva para longe do caminho da Lei Maior. Segundo o que nos ensinam, todo e qualquer sofrimento é sinal de que estamos indo contra com nosso compromisso encarnatório. Para saber o que estamos fazendo de inadequado é necessário praticar momentos de meditação e reflexão profundas. Nos quais nos vemos como somos e identificamos o que temos que mudar. A Espiritualidade Superior está ao nosso lado para nos dar forças para a necessária transformação e, claro, resignação e entendimento para aceitar o que não podemos mudar ainda.
Isso é viver a mediunidade baseada na espiritualização e não apenas no fenômeno, isso é saber usar seu livre arbítrio, assim como, entre outras coisas, é vivenciar a religiosidade na vida real.
Imagino que aquela disciplina que é tão exigida dentro do Centro deva fazer algum sentido na nossa vida terrena também, não é mesmo? O silêncio, a prece, o distanciamento das situações negativas, a mudança de comportamento, o cuidado com as palavras, com os pensamentos, com os excessos de qualquer natureza, o cuidado com a vitimização e com a culpabilidade... etc. Tudo o que nos é ensinado dentro do Terreiro deve ser posto em prática na intimidade de nossa vida de alguma forma para além do acendimento de velas, de incorporações incautas ou de aconselhamentos puritanos. Se cada um cuida de seu caminho e, portanto, de sua vibração, estaremos contribuindo amplamente para o trabalho que as esferas superiores desempenham na Terra.
E, mais do que apenas dentro dos Terreiros e demais Templos religiosos, temos que nos conscientizar que servimos de instrumento também fora desses espaços. E o que aprendemos dentro deles deve servir à nossa encarnação e ao compromisso individual com a Divindade.
Olhemos para nossa Vida, para nossas escolhas, vamos viver o que aprendemos, com coragem, alegria e humildade e, assim, mudar nosso destino, fazendo valer a atual oportunidade encarnatória. Vamos fazer de nossa vida campo fértil para a Espiritualidade Superior e assim não coadnuar com a negatividade e repetição de ciclos cármicos. O que acham? Vamos tentar?
Carinho e axé,
Nelly
quinta-feira, 29 de março de 2012
Pequenas Reflexões - Alexandre Cumino
“Todos são Chamados,
Escolhidos são os que se Dedicam,
A ‘algo’ Maior que eles mesmos”
Alexandre Cumino
Escolhidos são os que se Dedicam,
A ‘algo’ Maior que eles mesmos”
Alexandre Cumino
segunda-feira, 26 de março de 2012
domingo, 25 de março de 2012
Palavras de André Luiz
Na Terra, Deus nos concede o corpo, através de pais amigos.
Entretanto... Cada um de nós se lhe faz inquilino temporário em regime de responsabilidade.
Deus nos proporciona a riqueza das horas pela contabilidade do Tempo.
Entretanto... Cada criatura, em momento oportuno, apresentará o relatório dos próprios dias.
Deus nos oferta os laços afetivos pelos princípios da afinidade.
Entretanto... Podemos valorizá-los ou não, conforme o nosso próprio arbítrio.
Deus nos concede a propriedade, por intermédio das leis organizadas pelos próprios homens.
Entretanto... Daremos conta do usufruto respectivo.
Deus nos oferece as sementes pelos recursos da Natureza.
Entretanto... Plantio e colheita são sempre de nossa escolha.
Deus nos confia o dinheiro, através do trabalho ou da generosidade alheia.
Entretanto... Somos responsáveis pela aplicação da finança que nos seja creditada.
Deus nos habilita para a eficiência com máquinas diversas, por meio da própria inteligência humana.
Entretanto... Compete a nós outros a programação e a condução delas.
Em suma, toda criação e doação das vantagens de que dispomos procedem de Deus.
Entretanto, é justo reconhecer que todos os êxitos e problemas da utilização pertencem a nós.
ANDRÉ LUIZ
Do livro "Vida em Vida", André Luiz (Espírito), Francisco C. Xavier (psicografia)
Entretanto... Cada um de nós se lhe faz inquilino temporário em regime de responsabilidade.
Deus nos proporciona a riqueza das horas pela contabilidade do Tempo.
Entretanto... Cada criatura, em momento oportuno, apresentará o relatório dos próprios dias.
Deus nos oferta os laços afetivos pelos princípios da afinidade.
Entretanto... Podemos valorizá-los ou não, conforme o nosso próprio arbítrio.
Deus nos concede a propriedade, por intermédio das leis organizadas pelos próprios homens.
Entretanto... Daremos conta do usufruto respectivo.
Deus nos oferece as sementes pelos recursos da Natureza.
Entretanto... Plantio e colheita são sempre de nossa escolha.
Deus nos confia o dinheiro, através do trabalho ou da generosidade alheia.
Entretanto... Somos responsáveis pela aplicação da finança que nos seja creditada.
Deus nos habilita para a eficiência com máquinas diversas, por meio da própria inteligência humana.
Entretanto... Compete a nós outros a programação e a condução delas.
Em suma, toda criação e doação das vantagens de que dispomos procedem de Deus.
Entretanto, é justo reconhecer que todos os êxitos e problemas da utilização pertencem a nós.
ANDRÉ LUIZ
Do livro "Vida em Vida", André Luiz (Espírito), Francisco C. Xavier (psicografia)
A presença de Deus
Caros Amigos,
As vezes a gente tem uns momentos em que tudo faz sentido, não é? tudo parece tão claro e certo...pois de um desses momentos brotou a seguinte idéia:
Ainda que as paredes do Terreiro não existam e que todas as velas se apaguem; que todas as ervas sequem; que todo o branco da roupa se suje...ainda que a nossa crença se confunda; que as dúvidas pairem em nosso coração...ainda que nossos olhos se fechem...ainda que o silêncio e a solidão inundem nosso coração...Deus continuará existindo e a sua presença se fará sentir pelo simples fato da Vida - pelo movimento eterno de renascer. A força primeva que orienta a tudo e movimenta nossos passos e, a quem aprendemos a devolver nosso livre-arbítrio nos momentos mais difíceis, não depende das religiões ou ritos para existir. Esse é o mais essencial entendimento que podemos ter. Porque Ele faz sua morada em nós, em nossa consciência...mas aquela consciência que vai sendo construída na descoberta do que somos e do que podemos ser na Paz, no Amor, na Sabedoria e na Humildade...no descortinar de novos dias e de novos recomeços. Nascer e renascer. Escolhas...Isso é Deus...aqui qualquer religião se manifesta e se fortalece.
Simples mesmo, sem nenhuma novidade... como a própria presença de Deus.
Paz e Bem, sempre!
Com carinho e axé!
Nelly
As vezes a gente tem uns momentos em que tudo faz sentido, não é? tudo parece tão claro e certo...pois de um desses momentos brotou a seguinte idéia:
Ainda que as paredes do Terreiro não existam e que todas as velas se apaguem; que todas as ervas sequem; que todo o branco da roupa se suje...ainda que a nossa crença se confunda; que as dúvidas pairem em nosso coração...ainda que nossos olhos se fechem...ainda que o silêncio e a solidão inundem nosso coração...Deus continuará existindo e a sua presença se fará sentir pelo simples fato da Vida - pelo movimento eterno de renascer. A força primeva que orienta a tudo e movimenta nossos passos e, a quem aprendemos a devolver nosso livre-arbítrio nos momentos mais difíceis, não depende das religiões ou ritos para existir. Esse é o mais essencial entendimento que podemos ter. Porque Ele faz sua morada em nós, em nossa consciência...mas aquela consciência que vai sendo construída na descoberta do que somos e do que podemos ser na Paz, no Amor, na Sabedoria e na Humildade...no descortinar de novos dias e de novos recomeços. Nascer e renascer. Escolhas...Isso é Deus...aqui qualquer religião se manifesta e se fortalece.
Reconhece Ele dentro de ti e assim educa teus olhos para vê-lo fora de teu coração...
Simples mesmo, sem nenhuma novidade... como a própria presença de Deus.
Paz e Bem, sempre!
Com carinho e axé!
Nelly
Oração do Umbandista
Senhor,
Fazei de mim um instrumento da vossa comunicação.
Onde tantos mistificam,
que eu leve a palavra da verdade!
Onde tantos procuram ser servidos,
que eu leve a alegria de servir!
Onde tantos fecham os olhos para a prática do bem,
que eu abra meu coração para acolher!
Onde tantos usam a Umbanda como comércio,
que eu seja usado pela Umbanda para o amor!
Onde tantos espalham a ignorância e o preconceito,
que eu saiba agir pela luz do conhecimento e da razão!
Onde a vida perdeu o sentido
que, através da Umbanda, eu leve o sentido de viver!
Onde tantos me pedem um “despacho”,
que eu saiba ensinar a benção do trabalho interno!
Onde haja doença
que eu leve a vibração de saúde de Oxosse e de Omolu.
Onde haja desespero
que eu leve a concórdia e a placidez das águas.
Onde houver desânimo,
que eu leve a determinação e a tenacidade de Ogum.
Onde houver injustiça,
que eu leve o discernimento e a justiça do nosso Pai Xangô.
Onde tantos me pedem um milagre,
que eu seja a humildade do Preto-Velho!
Onde tantos estão sempre distantes,
que eu possa fazer a Umbanda sempre presente!
Onde tantos sofrem de solidão que faz morrer,
que eu seja a pureza de Ibejada, nossas crianças, espalhando a alegria!
Onde tantos morrem na matéria que passa,
que Omolu nos abençoe com a vibração da terra, geradora permanente de vida.
Onde tantos olham para a terra,
que eu seja um espelho da Aruanda, a refletir sua luz na terra!
Saravá Umbanda!
Saravá nossos guias!
Saravá nossos Orixás!
Retirado de http://www.xangomenino.com.br/dsl/midias/oracoes/oracoes-diversas/item/45-ora%C3%A7%C3%A3o-do-umbandista.html
Fazei de mim um instrumento da vossa comunicação.
Onde tantos mistificam,
que eu leve a palavra da verdade!
Onde tantos procuram ser servidos,
que eu leve a alegria de servir!
Onde tantos fecham os olhos para a prática do bem,
que eu abra meu coração para acolher!
Onde tantos usam a Umbanda como comércio,
que eu seja usado pela Umbanda para o amor!
Onde tantos espalham a ignorância e o preconceito,
que eu saiba agir pela luz do conhecimento e da razão!
Onde a vida perdeu o sentido
que, através da Umbanda, eu leve o sentido de viver!
Onde tantos me pedem um “despacho”,
que eu saiba ensinar a benção do trabalho interno!
Onde haja doença
que eu leve a vibração de saúde de Oxosse e de Omolu.
Onde haja desespero
que eu leve a concórdia e a placidez das águas.
Onde houver desânimo,
que eu leve a determinação e a tenacidade de Ogum.
Onde houver injustiça,
que eu leve o discernimento e a justiça do nosso Pai Xangô.
Onde tantos me pedem um milagre,
que eu seja a humildade do Preto-Velho!
Onde tantos estão sempre distantes,
que eu possa fazer a Umbanda sempre presente!
Onde tantos sofrem de solidão que faz morrer,
que eu seja a pureza de Ibejada, nossas crianças, espalhando a alegria!
Onde tantos morrem na matéria que passa,
que Omolu nos abençoe com a vibração da terra, geradora permanente de vida.
Onde tantos olham para a terra,
que eu seja um espelho da Aruanda, a refletir sua luz na terra!
Saravá Umbanda!
Saravá nossos guias!
Saravá nossos Orixás!
Retirado de http://www.xangomenino.com.br/dsl/midias/oracoes/oracoes-diversas/item/45-ora%C3%A7%C3%A3o-do-umbandista.html
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