sábado, 9 de julho de 2011

Caboclo Ubirajara

Recebi essa mensagem por email e percebi a singeleza dela. Ela veio à Terra por meio da psicografia, não cito a fonte por realmente não saber.
Boa leitura.
Salve todos os Caboclos da Aruanda!
Okê-Arô!
Axé!
Nelly


Mensagem

Há muitos anos atrás numa tribo a qual voces chamam de Xetás, mas que tinha como nome os pássaros que voam no céu, houve um pajé que se dedicava a cura das criancas.
Muitos pequenos sofriam do mal dos espíritos da mata e o pajé por aqueles tempos tinha muito trabalho.
Cansado foi á beira do rio falar com o espírito das aguas, embora estivesse temeroso que o levasse junto. O espírito das águas, num canto, entoou a força dos guerreiros Xetas. A partir deste dia aquele pajé passou aos olhos de Tupã a ser pai de todos os pequenos que estavam na tribo e que estavam chegando.
O pajé aprendeu no canto do espírito das águas que o amor é um grande mestre e um grande guardião. O pajé descobriu então sua missão naquela e em todas as terras por onde andasse .
Te conto tudo isto meu filho para que saibas que nas angústias desta vida só o amor dá a paciencia necessária. Que a luz dos espíritos da água iluminem teu caminhar.

Caboclo Ubirajara

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Lições para a Vida

Comece orando.
A prece é luz na sombra em que a doença se instala.
Semeie alegria.
A esperança é medicamento no coração.
Fuja da impaciência.
Toda irritação é desastre magnético de conseqüências imprevisíveis.
Guarda confiança.
A dúvida deita raios de morte.
Não critique.
A censura é choque nos agentes da afinidade.
Conserve brandura.
A palavra agressiva prende o trabalho na estaca zero.
Não se escandalize.
O corpo de quem sofre é objeto sagrado.
Ajude espontâneamente para o bem.
Simpatia é cooperação.
Não cultive desafetos.
Aversão é calamidade vibratória.
Interprete o doente qual se fôsse você mesmo.
Toda cura espiritual lança raizes sobre a força do amor.

Texto do espírito André Luiz pelo médium Francisco Cândido Xavier.

Na Senda da Tua Alma

(Quando a Rosa Fala ao Coração)

Irmão de senda espiritual,
Por favor, olhe para dentro de ti mesmo,
E veja o sol em teu próprio coração.

Redescobre o teu verdadeiro caminho, para além dos caminhos...
E hasteie a bandeira do discernimento em tua jornada,
Para que ela tremule sob a ação do vento da esperança.

Preste atenção em Tua Alma, pois tu vives n’Ela – e por Ela.
E a tua verdadeira origem é a Luz.
E a música dos astros retumba em ti, sempre...

Tu vieste das plagas estelares.
Portanto, tu és um cidadão do universo.
Mas, no momento, estás tocando a pele viva da Terra.

Tu és filho do Grande Arquiteto Do Universo!
E carregas a eternidade em teu coração.
Ah, as estrelas são tuas irmãs.

Não te esqueças de Tua Alma, jamais!
Olhe dentro de ti mesmo – em tua essência.
E reconhece o Poder de Teu Pai Celestial.

O mesmo Poder que engendrou o infinito...
E que é o Amor mais lindo de todos.
E que habita em teu coração.

Irmão estelar, jamais renegue tua origem.
Porque, sem a Luz, tu não és nada!
E, sem Amor, tu te tornas miserável.

Às vezes, o teu ego te engana e te seduz...
Então, tu tergiversas na senda e se perde no abraço do orgulho.
E Tua Alma acaba sofrendo nos meandros de tuas ilusões.

E quando tu te perdes, machucas aos outros – e também a ti mesmo.
E, no entanto, tu poderias haurir forças nas asas da prece.
Para energizar teus passos na senda...

Ah, nos momentos de prova, escute Tua Alma.
Então, tu perceberás uma linda rosa florescendo em teu coração.
E tu te sentirás abraçado por um Grande Amor.

Irmão de senda, nada está fora de teu Ser.
E quando tu reconheces Tua Alma, te sentes em casa...
Porque tua origem é a Luz.

Ah, jamais te esqueças de Tua Alma – por nada nesse mundo.
E nem renegues ao Teu Pai Celestial – que te deu o sopro vital.
Ah, rende-te ao Amor que habita em teu coração.

Diante das dores do mundo, recolhe-te em prece, e cale o teu ego.
E pede a Tua Alma que vibre pelo Bem de todos.
E, em silêncio, abrace o mundo com energias serenas e amistosas.

Ah, meu irmão, deixe a rosa florescer em teu coração.
Pelo Bem de Tua Alma... Na Força de um grande amor.
Porque a tua verdadeira senda é no Coração do Todo.

Então, caminhe... Com toda Tua Alma, sempre honrando a Luz.
Com a tua flor aberta, pelo Bem de todos...
Em Nome do Grande Arquiteto Do Universo, Fonte Imanente de todos.

Que Deus abençoe a tua jornada.

Paz e Luz.

- Os Iniciados* –
(Recebido por Wagner Borges – São Paulo, 18 de março de 2011.)

- Nota:
* Os Iniciados - grupo extrafísico de espíritos orientais que opera nos planos invisíveis do Ocidente, passando as informações espirituais oriundas da sabedoria antiga, adaptadas aos tempos modernos e direcionadas aos estudantes espirituais do presente.
Composto por amparadores hindus, chineses, egípcios, tibetanos, japoneses e alguns gregos, eles têm o compromisso de ventilar os antigos valores espirituais do Oriente nos modernos caminhos do Ocidente, fazendo disso uma síntese universalista. Estão ligados aos espíritos da Fraternidade da Cruz e do Triângulo. Segundo eles, são “iniciados” em fazer o bem, sem olhar a quem.
** Esse texto faz parte do prefácio do livro “Eu, Pilatos” – do meu amigo Mauricio Santini -, lançado pela Editora ProLíbera. A obra é o resultado de suas experiências metafísicas vividas ao longo de anos. São clarividências, clariaudiências, projeções astrais, e percepções extrassensoriais, entre outras, que viajam num dos acontecimentos mais importantes do planeta, a passagem de Jesus de Nazaré pela Terra.
(retirado de http://www.ippb.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=10465:na-senda-da-tua-alma&catid=138:ultimos-textos-postados&Itemid=271)

Morre uma escrava, nasce uma Preta Velha

A senzala exalava o calor de um local superlotado, o suor de mais um dia brutal de trabalho, e o medo de novas ordens ou atitudes desmedidas.

O breu já se formava lá fora em noite sem lua, que prometia chuva. Nenhuma luz entrava pelas frestas da taipa desvastada pelo tempo e não se viam os animais que penetravam, insetos noturnos. Havia sempre o risco de uma cobra por baixo do tapete improvisado que protegia do chão áspero, feito de folhas de bananeira e palha de folha de cana. Por isso, sempre havia aqueles encarregados de bater todo o espaço com varas de bambu, para espantá-las. Um ou outro pequeno candeeiro, pois sinhozinho não gostava de gastar óleo de baleia com negros.

A senzala quadrangular era dividida em quatro setores : os homens de um lado, mulheres de outro, as mulheres com filhos recem-nascidos num terceiro canto, filhos estes de pele mais clara, e alguns até de olhos verdes. Os pretos e as pretas não podiam coabitar nem ter filhos, exceto se o “procriador” se destacasse muito pela força e inteligência. Não havia querer, não havia gostar.

No quarto último canto, os velhos, escravos e escravas juntos, já que não se reproduziam mais, haviam conseguido sobreviver à lida, aos maus tratos e à tristeza de ver seu povo sofrendo tanto.Traziam ainda a mente lúcida, sabiam receitas para curar todo o tipo de moléstias, sabiam rezar contra os males do corpo, e aguardavam a madrugada para entoarem seus cantigos nostálgicos, espantarem o banzo, e ensinarem aos outros suas lendas, suas origens e tradições. Alguns incorporavam velhos espíritos das florestas, dos cursos dágua, do fundo da terra, e rendiam seu culto de Fé a Olorum, Orixalá, Oxumaré, Obaluaiê, Iroko, Nanã Buruku e a Abikú, este último, pelo grande número de crianças que morriam. Colocavam em um pequeno pote de barro, o que tinham conseguido trazer escondido do parco almoço, um pouco de fubá, inhame, umas favas de feijão e enfeitavam com flores, completando com Amor e Devoção a singela entrega.

Tambem rendiam respeito ao Exu Kimbandeiro, pois na senzala só haviam negros bantos. Os caçadores de escravos haviam se espalhado de tal maneira que depois deles não houve mais os Tatás africanos, destruindo na África toda uma cultura milenar. Ou quem sabe era mesmo o momento dela migrar através do oceano para este Brasil que ainda não percebia o tamanho do horror que abrigava em seu generoso chão.

Havia ali naquele pobre albergue desguarnecido, uma velha escrava pequena, de passos miúdos, mãos mágicas que consertavam ossos quebrados, feridas abertas, corações partidos… Não tinha tido tempo de completar sua iniciação de Sacerdotisa em sua Terra, o Congo, quando foi aprisionada e separada dos seus. A solidão, a tristeza, a saudade, a perda das esperanças de ver suas matas novamente, não lhe haviam dobrado a cerviz. Do mesmo modo que era meiga, era firme, e se dedicava ao mundo espiritual incansavelmente, de alguma maneira conseguindo amenizar um pouco o sofrimento daqueles que estavam ali.

Ensinava que seu Povo era de caçadores, mas também guerreiros, e que mesmo desarmados e vencidos, cada negro ali tinha de manter a cabeça em pé, o pensamento focado na superação das provas físicas e a necessidade da solidariedade para obterem um pouco de Paz no seu dia a dia.

Ela já não tinha força para trabalhar no plantio da cana ou na colheita do milho, mas Sinhazinha mais de uma vez havia lhe chamado para curar seus filhos. Assim, ela passava seus dias curando, cantando, sorrindo com seus olhos enevoados pela idade, enquanto tratava das feridas dos que eram castigados.

Mas naquela noite sem Lua, com a chuva já encharcando o chão, deixando o sono de todos ainda mais desconfortável, subitamente o capataz da fazenda invade o local, destrancando e abrindo a porta com violência gritanto: “Um negro desgraçado fugiu, Uma fuga, uma vida.”! E agarrou o adolescente Jerônimo, que embora jovem era muito alto e forte, além de mostrar grande personalidade. Jerônimo iria pagar pela fuga. Com força descomunal para seu tamanho, na hora do derradeiro golpe do facão, Maria Quimbandeira desviou a arma certeira, salvando o menino, mas ela própria caiu, transpassada pela lâmina, e em pouco tempo sucumbiu, sem um gemido.

Acordou junto a sua floresta africana, em meio a uma linda dança de encantados. O grande Babá-Egun a ela se dirigiu lhe dando o comando de duzentos guerreiros e disse:

“ Babá Maria, sua missão na Terra findou, mas se inicia aqui uma muito maior, junto aos homens, embora nenhum deles poderá vê-la. Irás ainda por muiito tempo vagar o Planeta, com a finalidade de proteger os homens do mal, e junto com outros milhares que estão fazendo o mesmo trabalho, até o dia em que poderás sentar à beira deste riacho e descansar. Agora não, que é tempo de muitas modificações e auxílio aos homens encarnados. Eis que sai de cena a velha Maria e surge a Vovó Maria da Pemba, sempre protegendo, amparando, fortalecendo e abençoando seus protegidos”.

Eis mais uma linda e comovente história de ascensão de uma alma, que se dedica até hoje, no silencio de outros planos a semear o Bem, amar incondicionalmente, a velar por aqueles que lhes afinizam, desmanchando demandas quebrantos e mazelas .

Salve Vovó Maria da Pemba! Salve a Sua Luz e a Sua Coroa! Adorei a Almas! Salve a África! Salve a Bahia! Salve o nosso Brasil!

Alex de Oxóssi
Rio Bonito – RJ
(retirado de http://povodearuanda.wordpress.com/2011/05/13/morre-uma-escrava-nasce-uma-preta-velha/)

O Preto Velho e o Julgamento do Médium

Dentro do Centro Espírita,
Os mestres de branco aconselhavam e oravam.
Fora do Centro e de vista,
O preto velho a todos protegia e guardava.

O Médium sentou e se preparou,
Para psicografar a mensagem.
Quando o preto velho se aproximou,
O moço ficou julgando a entidade.

"Onde já se viu espírito,
Com esse jeito de ex-escravo negro?
Se ele fosse mesmo evoluído,
Não falaria assim desse jeito."

O preto velho sorriu,
Mesmo perdendo a viagem.
Não entendia o preconceito do médium,
Mas, ainda assim, deu-lhe um passe.

Ele sabia que no dia certo,
Aquele médium perceberia o fato:
Que se aprende tanto com o médico,
Quanto com o operário.

Despediu-se dos mestres do Centro,
Que lhe olharam pedindo paciência.
Embora o trabalho ainda fosse lento,
Aumentava o discernimento e consciência.

A cada dia que passa,
Os novos médiuns estão descobrindo.
Que não importa como se fala,
E sim o que está sendo dito.

Por isso é que na rua ou no Terreiro de Umbanda,
O Preto Velho continua o seu trabalho e nunca pára.
Até que os tambores de Aruanda
O convidem para uma outra jornada.


- Frank -
Londres, 08 de abril de 2003.
(retirado de http://www.ippb.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=9089&catid=31&Itemid=57)

Umbanda é coisa séria, pra gente séria!

A vidência, não deve ser encarada como um "buraco de uma fechadura"
Onde qualquer um olha, vê e fala o que deseja sem medir as consequências de seus atos
A vidência, como qualquer outra faculdade mediunica, deve ser encarada com responsabilidade e bom senso
Devendo a mesma ser utilizada somente quando necessário e não a titulo de adivinhação, mas sim, de caridade com nosso semelhante
Lembrando as palavras do saudoso Caboclo Mirim:
"Umbanda é coisa séria, pra gente séria"
E na qualidade de espíritos em evolução que todos somos arriscamos completar:
"Mediunidade não é jogo de exibicionismo, mas sim, dom divino que dever ser conduzido com bom senso, responsabilidade e humildade"

PAI ANTONIO DAS ALMAS

Iniciação

Iniciar-se é envergar a túnica da humildade.
Iniciar-se é servir primeiro antes de ser servido.
Ser iniciado é calar para que os outros falem.
Não querer ser mais do que ninguém, ser sempre abenegado.
Ser sempre conciliador e de todas as formas buscar a reunião dos antagonismos.
Buscar na união dos opostos, o elo perdido.
Isso é que é ser iniciado.
O iniciado é o que tem consciência de saber onde põe a mão, por que põe a mão, com que finalidade vai colocar a outra mão, se precisar, e como tira as duas mãos.
O iniciado é aquele que entende que está se renovando, renovando o outro, está se aprimorando, aprimorando o outro.
Que todos possam se iniciar na própria vida, aprendendo a serem médiuns, aprendendo a colher o fruto na hora certa.


O Guardião

(retirado do Livro Iniciação à Umbanda, Editora Madras, 2008).

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Um pouco da minha história

Toda vez em que vejo um médium novo colocando a roupa branca pela primeira vez (grande insígnia da prática mediúnica na Umbanda), lembro do dia em que eu coloquei pela primeira vez a minha. O coração afobado, o rosto afogueado, tremia que só, sentia uma alegria, uma emoção, tudo era luz e ritmo. Me sentia tão grata por poder estar ali, fazendo parte daquela beleza toda. Na primeira noite, na chegada, ainda sem saber o que tinha que fazer, nem como me posicionar, não me contive, fui até a frente do Congá e conversei com a imagem de Jesus que ali estava - grande, iluminada, bondosa e, na prosa toda pedi para nunca deixar de ser um instrumento do Amor Maior. Chorei, claro, porque quem me conhece sabe que para cair lágrima desses olhos basta estar olhando (rsrs). Brincadeiras a parte, chorei, porque ali eu senti uma força tão grande, que intimamente eu sabia que era um caminho apenas para a frente e para o Bem. Parecia que eu tinha voltado para casa, a casa dos espíritos, a casa do meu espírito.
Até hoje me emociono em lembrar...
Depois a cantoria, as palmas, os movimentos de corpo, o axé das entidades, os olhos curiosos, aprender a cambonear, aprender a conviver com as Entidades, os ritos, os mistérios, sempre tanta encantaria, tanta lindeza...Descobri como é ser filha de Ogum e de Iemanjá. A força e poder gerador deles sempre me guiaram, mesmo na minha ignorãncia...Assim, as escolhas foram me levando para outras Giras, conheci pessoas
impagáveis e insubstituíveis no trato e no entendimento das vivências mediúnicas. Não conheci o que era a solidão junto aos Mentores, fiz e ainda faço amigos espirituais maravilhosos, únicos.
Aprendi a conversar com eles, a respeitar e, com eles sorrir e rir pra Vida. "Pra tudo dá-se um jeito...desde que se tenha Fé, minha filha!"
Os anos foram passando e com eles o entendimento sobre o que é Umbanda, o que significa vestir o branco e ser médium foi se construindo e consolidando.
Aprendi a me posicionar perante meus irmãos de Fé, aprendi a me posicionar perante a minha própria mediunidade e, por consequência, em minha Vida. Entendi que a mediunidade é importante, mas nada paga a compreensão e aceitação de si mesmo e da sua responsabilidade.
Nem tudo foram flores e alegrias, houveram decepções, lamentos, revolta, preconceitos, incompreensão. Mas escolhi sempre seguir em frente, como ainda sigo.
Hoje, percebo o que é ser filha de todos os Orixás :"Somos filhos das estrelas"- ensina a mentora... E desse jeito vou tentando, por meio de meu Pai e de minha Mãe, vivenciar e aprender com as demais energias divinas que emanam da natureza.
As descobertas ainda são grandes, a alma, agora um pouco mais calejada, tem aprendido o silêncio, a responsabilidade e o compromisso. A aprendizagem não está sequer próxima do fim (ainda bem!!!). Ainda sinto muita alegria, mas agora, estando de um outro lado...assumindo a formação de tantos outros médiuns, que como eu, fazem dessa religião uma forma de busca por si mesmo e pelo entendimento da Vida em seu maior sentido:como espíritos!
Sei que a Jornada ainda é longa e, feita a maior parte em passos curtos e lentos. Sei que não estou sozinha e, assim como na primeira vez que coloquei a roupa branca, venho tentando me posicionar a serviço do Amor Maior.
As provas são muitas, os obstáculos também - tanto internos quanto externos. Mas o crescimento é feito no desafio, não é? E esse é só o começo da história...
Muito Axé a todos!
Salve a Umbanda!
Salve o Povo de Aruanda!
Abraços,
Nelly

Mensagem de Ramatis sobre a Umbanda

Aos irmãos de Fé umbandistas:

Que os vossos destinos estejam sempre iluminados pelos bons espíritos, guias e protetores, falangeiros da caridade, mas que tenhais merecimento dessa assistência pelas vossas atitudes e ações.Fazei a vossa parte, que a Espiritualidade está fazendo a que lhe cabe, pois igualmente os espíritos têm comprometimento cármico convosco e estão evoluindo. Tendes o discernimento de escolher vossos destinos de acordo com o aprendizado vivenciado, fruto do estudo, da experimentação mediúnica e do conhecimento que propicia a fé racional, e não vos deixeis levar tal qual tora de madeira correnteza a baixo.
Vivenciai a singeleza da Senhora da luz, vossa amada Umbanda, ainda tão incompreendida e distorcida entre os homens. Umbanda, facho luminoso que desce do Altíssimo, que não cobra consultas, não se remunera por encomendas de oferendas e despachos milagrosos que a tudo resolvem, não faz sacrificio de animais e não tem rituais de sangue; práticas funestas de pais de terreiros pagos pelo vil metal, comprometidos com a sombra do astral inferior, num processo simbiótico vampirizador de larga escala na crosta terrestre decorrente da baixo moralidade que ainda prepondera neste inicio de Terceiro Milênio,mas que não está destinada ao homem místico e universalista da Nova Era de Aquário. Não tenhais receio de afirmar vossa condição de umbandistas, que é por natureza milenar, universalista e cristica. Resgatai a humildade e a sabedoria tão bem personalizada nas figuras amoráveis dos pretos velhos com seus cabelos brancos, corpos curvados pelas dores do tempo e linguajar simples e tosco , mas que por detras das vovós e vovôs , escondem-se espiritos de extrema elevação, muitos de outras paragens cósmicas, que no presente momento existencial não conseguireis entender em plenitude.
Tende a coragem dos índios e dos caboclos e enfrentai as vicissitudes de olhar firme no horizonte, respeitando a tudo e a todos, tendo o evangelho do cristo no coração.

SAUDAI VOSSA UMBANDA.
SAUDAI TODOS OS ORIXÀS, POSIÇÔES VIBRADAS DO COSMO QUE PERMITEM A MANIFESTAÇÃO DOS ESPIRITOS NA
FORMA E NA MATÉRIA.
SAUDAI TODOS OS GUIAS E PROTETORES.
SAUDAI TODOS OS CAVALARIANOS SOCORRISTAS.
SAUDAI TODOS OS QUE PRATICAM A CARIDADE DESINTERESSADA SOB A ÉGIDE DO CRISTO JESUS, ENCARNADOS E
DESENCARNADOS.

O amparo e a assistência se fazem sempre, atuantes por intermédio dos mensageiros da FRATERNIDADE BRANCA DO ASTRAL SUPERIOR,que sustenta em solo pátrio o movimento de unificação religiosa dos homens.
E que Oxalá vos dê ânimo para enfrentar os tempos vindouros e continuar praticando a caridade desinteressada, com amor ao próximo, confiança e fé como sempre foi,é e será pelo evo dos tempos, nos caminhos ascencionais de todos vós, inevitavelmente destinados à angelitude, independente das crenças terrenas.

SAMADHI - texto psicografado por Norberto Peixoto.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Curso Bases da Umbanda

A Tenda Espiritualista Caboclo das Sete Encruzilhadas (Curitiba-Paraná) promove: CURSO AS BASES DA UMBANDA.
Início 09 de Julho de 2011 - Sábado, às 14hs.
Serão 7 encontros, quinzenais.

Investimento R$175,00 (à vista ou parcelado).

Veja o Conteúdo do Curso:

Módulo 1 (09.07)- Abertura + Orixás e Linhas de Trabalho: Lendas, mitos, arquétipos e sincretismo na Umbanda.
Módulo 2 (23.07)- Uso e preparo de Ervas dentro do ritual umbandista + atividade prática.
Módulo 3 (06.08)- Oferendas e firmezas umbandistas + atividade prática.
Módulo 4 (20.08)- A engoma e os Ogans: ritmos, melodias e magia nos pontos cantados.
Módulo 5 (03.09 e 17.09)-Características do exercício mediúnico na Umbanda + diferença entre Umbanda, Candomblé, Kardecismo, Xamanismo e outras doutrinas espiritualistas + Vivências
Módulo 6(01.10) - Direitos e Deveres do médium, preconceito e ética na Umbanda + Encerramento

Não precisa ser médium atuante.

O objetivo maior desse curso é a informação e a divulgação do que vem a ser a Umbanda: uma religião que tem seus fundamentos e que necessita de adeptos mais e melhor informados, o que contribui para uma prática mais consciente, madura, sensata e ética.

Saravá a Umbanda!
Salve o Povo de Aruanda!

maiores informações:

nellysouza@gmail.com
rogger.robert@hotmail.com
tendapai7@yahoo.com